center

.

.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Video - Beata Ir.Lindalva Justo de Oliveira

Festa da Beata Ir.Lindalva (Sete de Janeiro)

Paróquia Beata Ir.Lindalva - Assu/RN
Sua Juventude
Nascida em 1953, no nordeste do Brasil, num vilarejo da cidade de Açu, Estado do Rio Grande do Norte, Lindalva é a sexta filha de uma família de quinze filhos. Seus pais muito católicos transmitiram-lhe uma fé simples e profunda.
A Felicidade no Amor
Lindalva recebeu e aprendeu de seus pais os princípios da educação cristã . Criança generosa, ajudava com facilidade sua mãe nos trabalhos domésticos. Quando seus irmãozinhos discutiam com os colegas, ela procurava sempre apaziguá-los com doçura.
Sempre atenta à dor alheia, visitava as pessoas solitárias e os pobres de sua vila; Muitas vezes, ocorreu, de dar-lhes discretamente suas próprias vestes.
Progressivamente, compreendeu que seu caminho era o mesmo de Cristo que vai ao encontro dos Pobres para lhes testemunhar o amor de Seu Pai.
Após os estudos de Assistente em Administração, cuida de seu pai idoso e doente. Tendo este falecido, a jovem Lindalva escreve pedindo sua admissão na Companhia das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo: “Tenho 33 anos, sou de família simples e humilde. Já há algum tempo senti o apelo de Deus, porém, somente agora sinto disponível para servir a Cristo. Tenho boa saúde e me sinto incansável quando posso fazer o bem...”.
Sua Vocação de Filha da Caridade
Em julho de 1989, Lindalva entra para a Companhia das Filhas da Caridade na Província do Recife. Enviada em missão em 1991 vai para o Abrigo Dom Pedro II, em Salvador, Estado da Bahia e aí é encarregada de garantir a coordenação dos sérvios no setor masculino, pessoas idosas e doentes.
Um Coração Alegre e Generoso
Lindalva ama os idosos com um coração doce e humilde; olha-os com espírito de fé, como a seus Senhores e Mestres: “Eu peço a Deus de nos conceder sua sabedoria e docilidade para bem servir os pobres, nossos mestres”.
Ela compreende sua vocação como uma resposta ao apelo de Deus: “Quando Deus chama alguém, não é possível se esconder. Cedo ou tarde sua vontade será feita”. Sua fé é de uma adesão simples e total nos acontecimentos da vida que ela escolhe como um dom e um apelo de Deus: “Cada dia de nossa vida deve ser um dia de renovação e de ação de graças a Deus pelo dom da vida e seu chamado a seguir seu filho Jesus Cristo, e servi-lo nos pobres”. O elan de seu coração torna-a capaz de vencer todas as dificuldades: “na minha oração, sinto a cada instante um grande desejo de amar o Bom Deus e quero chegar lá custe o que custar mesmo que seja no último dia de minha vida”.
Sabia partilhar sua fé com os jovens e procurava ajudar as co-irmãs com dificuldades que preocupavam: “Quando a dúvida em nossa vocação perturba o coração é preciso se entregar inteiramente a Deus”.
Seu Martírio Numa Sexta-Feira
Enérgica, sorridente e disponível, Lindalva brilha da presença de Deus; vive sua vocação de serva dos pobres com um espírito de justiça impregnado de amor: Ela ama cada um sem preferências e sem discriminação.
Sexta-feira santa, 9 de abril de 1993, ao nascer da aurora, Lindalva participa com sua Companheiras da Via Sacra na Paróquia: A cruz é o sinal do amor, o amor que se doa até ao extremo: “Pai, perdoa-lhes...” (Lc 23,24)
Retornando ao Abrigo, Lindalva prepara, como todas as manhãs, o café para os residentes. Logo que ela começa seu serviço é brutalmente assassinada por um dos interno de 46 anos tomado pela loucura e pela violência: ele não suportava a resistência da Irmã às suas insinuações maldosas.
Esta jovem Filha da Caridade não pensava certamente em morrer tão cedo. Tendo feito a oferenda de sua vida torna-se por sua morte um testemunho de que:
“Não há maior prova do que dar sua vida por quem se ama” (Jo 15,13).
Um Testimunho Atual da Paixão de Cristo
A violência que ocasionou sua morte, torna a mensagem que a jovem Irmã Lindalva deixou para todos extraordinariamente simples e muito eloqüente.
Uma fé viva na pessoa de Jesus Cristo, um desejo ardente de O seguir até o fim, de servir e de amar como Ele, embora sua morte com tamanha brutalidade, e de tal maneira atroz, se apresente como o cumprimento duma vida totalmente ligada ao ministério salvífico de Jesus Cristo.
“Jesus Cristo, tendo amado os seus que estavam no mundo amou-os até o fim...”( Jo 13,1).
Com uma simplicidade impressionante, Irmã Lindalva realiza a atualidade da força deste amor até o fim, mesmo até à morte.

UMA ORAÇÃO À BEM-AVENTURADA

LINDALVA JUSTO DE OLIVEIRA

Ó Deus, que infundistes no coração de Lindalva a chama da caridade e da fidelidade à vocação junto aos mais abandonados, concedei-nos a graça que vos pedimos (.....) para que em breve seja reconhecida oficialmente entre os santos do céu.Sua vida ganhou,numa sexta-feira santa, a coroa do martírio. Sua morte é a do justo e do inocente como a de Cristo.Na hora do holocausto, doloroso, mas fecundo ela se apresenta a servir tal qual o Mestre que disse: “Não vim para se servido, mas para servir”. Concedei-nos, Senhor, por intercessão da Bem-aventurada Lindalva, novas e santas vocações para o serviço de Cristo nos pobres. Isto vos pedimos, pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
Pai Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Mensagem do Papa Bento XVI para o dia mundial da paz.

LIBERDADE RELIGIOSA, CAMINHO PARA A PAZ


1. NO INÍCIO DE UM ANO NOVO, desejo fazer chegar a todos e cada um os meus votos: votos de serenidade e prosperidade, mas sobretudo votos de paz. Infelizmente também o ano que encerra as portas esteve marcado pela perseguição, pela discriminação, por terríveis actos de violência e de intolerância religiosa.
Penso, em particular, na amada terra do Iraque, que, no seu caminho para a desejada estabilidade e reconciliação, continua a ser cenário de violências e atentados. Recordo as recentes tribulações da comunidade cristã, e de modo especial o vil ataque contra a catedral siro-católica de «Nossa Senhora do Perpétuo Socorro» em Bagdad, onde, no passado dia 31 de Outubro, foram assassinados dois sacerdotes e mais de cinquenta fiéis, quando se encontravam reunidos para a celebração da Santa Missa. A este ataque seguiram-se outros nos dias sucessivos, inclusive contra casas privadas, gerando medo na comunidade cristã e o desejo, por parte de muitos dos seus membros, de emigrar à procura de melhores condições de vida.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Mensagem de natal do Papa Bento XVI

«Verbum caro factum est - o Verbo fez-Se carne» (Jo 1, 14).

Queridos irmãos e irmãs, que me ouvis em Roma e no mundo inteiro, é com alegria que vos anuncio a mensagem do Natal: Deus fez-Se homem, veio habitar no meio de nós. Deus não está longe: está perto, mais ainda, é o «Emanuel», Deus-connosco.Não é um desconhecido: tem um rosto, o rosto de Jesus. Trata-se de uma mensagem sempre nova, que não cessa de surpreender, porque ultrapassa a nossa esperança mais ousada. Sobretudo porque não se trata apenas de um anúncio: é um acontecimento, um facto sucedido, que testemunhas credíveis viram, ouviram, tocaram na Pessoa de Jesus de Nazaré! Permanecendo com Ele, observando os seus actos e escutando as suas palavras, reconheceram em Jesus o Messias; e, ao vê-Lo ressuscitado, depois que fora crucificado, tiveram a certeza de que Ele, verdadeiro homem, era simultaneamente verdadeiro Deus, o Filho unigénito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade (cf. Jo 1, 14).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Pe.José Carlos,CM, foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de São Luís do Maranhão (MA)

O papa Bento XVI anunciou, nesta quarta-feira, 22, três novas nomeações de bispos para o Brasil. Entre estas estar a nomeação do Pe.José Carlos Chacorowski para ser bispo auxiliar da arquidiocese de São Luís do Maranhão (MA).
Padre José Carlos, 54, é de Curitiba (PR), nascido no dia 26 de dezembro de 1956. Começou seus estudos no Seminário Menor São Vicente de Paulo, da Congregação da Missão, em Araucária, no Paraná, em 1968. O curso de teologia foi feito no Studium Theologicum, dos Claretianos, em Curitiba.
Foi ordenado presbítero no dia 2 de julho de 1980, no Rio de Janeiro, pelo papa João Paulo II. Depois de ordenado, exerceu inúmeras atividades: professor no seminário da diocese de Palmas (PR); missionário no Zaire (hoje, República Democrática do Congo) de 1982 a 1987; diretor da Província das Filhas da Caridade da Província de Curitiba; pároco da paróquia do Senhor Bom Jesus dos Perdões, em Guaraqueçaba, no Paraná. Desde junho do ano passado é diretor das Filhas da Caridade da Província da Amazônia.
Parabéns!!! Que Deus abençoe a nova missão do Pe.José Carlos frente a Arquidiocese de São Luiz do Maranhão. Conte com nossas orações.



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

No natal quem nascerá

Um poeta romântico alemão Novalis escreveu: “Uma criança é um amor tornado visível”. Do Menino nascido já dois mil anos se pode falar de modo superlativo. Cada Natal comemoramos o seu nascimento. No Menino de Belém se fez visível o amor de Deus por nós. “Quem será este Menino para mim? Quem sou eu para ele?”
A primeira leitura, Isaias 7, 10-14, nos apresenta um acontecimento decisivo para a história de Israel e da humanidade. No ano 735 antes de Cristo era rei de Judá um certo Acaz, descendente da casa de Davi. Esse rei se abandonava à idolatria. O profeta Isaias o reprovou em nome do Senhor, e o desafiou a pedir a Deus um sinal que lhe seria dado. O rei se recusou. Isaias pronunciou a profecia que hoje escutamos anunciando o nascimento do Emanuel, o Deus conosco.Começava assim para Israel uma espera mais consciente do Messias.