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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Bem-Aventurado Ghebra Michael (1791-1855) – Presbítero e Mártir
No ano de 1791, na aldeia de Diho, província de Godjam, na Abissínia (atual Etiópia), nasceu Ghebra Michael, cujo nome significava escravo de São Miguel. Desde a mais tenra idade, já se dedicava aos complicados estudos etíopes, o que lhe angariou grande capacidade intelectual e perspicácia para a reflexão e o debate. Quando jovem, no trabalho do campo, teve um dos olhos vazados em um acidente, o que acabou antecipando seu ingresso na vida monástica. Com apenas 19 anos, dirigiu-se ao mosteiro de Mortule-Mariam, ansioso para se dedicar totalmente à vida espiritual, na posse integral da ciência e da doutrina cristão-monofisita (que afirma uma única natureza em Jesus). Após seis anos de noviciado, recebeu a túnica e o barrete branco de professo solene, podendo escolher, dentro da Igreja Copta Monofisita, entre dois caminhos: a vida ascética ou a alta magistratura judiciária.
Tendo optado pela ascética, Ghebra descobriu que a vida dos monges não era o que ele esperava. Ao contrário, estava marcada por um grande relaxamento, pela prática legalista do que era prescrito, por um vazio interior e por disputas inúteis sobre a fé, sem preocupação alguma com a verdade.
Tendo optado pela ascética, Ghebra descobriu que a vida dos monges não era o que ele esperava. Ao contrário, estava marcada por um grande relaxamento, pela prática legalista do que era prescrito, por um vazio interior e por disputas inúteis sobre a fé, sem preocupação alguma com a verdade.
Movido pelo desejo de renovação da vida religiosa, saiu em busca do livro Manual de Perfeição ou Livro dos Monges, cuja finalidade era adequar a vida ascética monofisita ao verdadeiro estado de perfeição buscado pela alma. Tal busca o levou a um encontro com a ciência, pela qual tinha muito apreço, em especial com a astronomia, sobre a qual chegou a escrever uma obra.
domingo, 28 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
De volta a casa do Pai
Os coirmãos da Provincia de Fortaleza da Congregação da Missão querem, neste momento de dor, transmitir seus sentimentos ao coirmão Antonio Deuzim, pela partida de sua mãe, Francisca Leitão, para casa do Pai, e também a todos seus familiares. Que Cristo Ressuscitado os confortem e seja sua força.
Conte com nosso apoio e orações.
Catequese do Papa: JMJ, uma “cascata de luz”
Queridos irmãos e irmãs:
Hoje eu gostaria de percorrer brevemente, com o pensamento e com o coração, os extraordinários dias transcorridos em Madri na 26ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Foi, como vocês sabem, um acontecimento eclesial emocionante; quase dois milhões de jovens de todos os continentes viveram, com alegria, uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz. Dou graças a Deus por este dom precioso, que dá esperança para o futuro da Igreja: jovens com o desejo firme e sincero de arraigar suas vidas em Cristo, permanecer firmes na fé, caminhar juntos na Igreja. Agradeço aos que trabalharam generosamente nesta Jornada: o cardeal arcebispo de Madri, seus auxiliares, os demais bispos da Espanha e de outras partes do mundo, o Conselho Pontifício para os Leigos, sacerdotes, religiosos e religiosas, leigos. Renovo meu reconhecimento às autoridades espanholas, às instituições e associações, aos voluntários e aos que ofereceram o apoio da oração. Não posso esquecer do caloroso acolhimento de suas Majestades os reis da Espanha, como também de todo o país.
Naturalmente, em poucas palavras não posso descrever os momentos tão intensos que vivemos. Tenho na mente o entusiasmo incontido com que os jovens me receberam, no primeiro dia, na Plaza de Cibeles, suas palavras ricas de esperanças, seu forte desejo de orientar-se à verdade mais profunda e de enraizar-se nela, essa verdade que Deus nos deu a conhecer em Cristo. No onipotente mosteiro de El Escorial, rico de história, espiritualidade e cultura, encontrei as jovens religiosas e os jovens professores universitários. Às primeiras, às jovens religiosas, recordei a beleza da sua vocação vivida com fidelidade e a importância do seu serviço apostólico e do seu testemunho profético. E fica impresso em mim o seu entusiasmo de uma fé jovem e cheia de coragem frente ao futuro, de vontade de servir assim a humanidade. Aos professores, recordei que sejam verdadeiros formadores das novas gerações, guiando-as na busca da verdade, não somente com as palavras, mas com a vida, conscientes de que a Verdade é o próprio Cristo. Encontrando Cristo, encontramos a verdade. À noite, na celebração da via sacra, uma multidão variada de jovens reviveu, com intensa participação, as cenas da paixão e morte de Cristo: a cruz de Cristo dá muito mais do que exige, dá tudo, porque nos conduz a Deus.
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