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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

II Show vocacional em Tianguá/CE

No dia 10 de dezembro acontecerá o II show vocacional em tianguá as 19h na quadra do liceu, em prol da construção da Igreja Matriz de Santo Antonio, o valor do ingresso é de  R$ 5,00, o  lançamento do Cd é alusivo a construção da matriz.

Padre Alfonso Asencios Zuluaga

P. Rubén Pedro Borda Montes
Superior Provincial
PP. Vicentinos (Congregación de la Misión)
Lima (Perú) 
Lima, 2 de diciembre de 2011

Escribimos este breve comunicado para indicar que el P. Alfonso Asencios Zuluaga, perteneciente a la Congregación de la Misión, PP. Vicentinos, se encuentra desaparecido desde el día 23 de noviembre. Se desconocen las causas de su desaparición y hasta ahora su búsqueda está resultando infructuosa pese a los esfuerzos realizados.
El P. Alfonso Asencios, de 65 años de edad, ejerce su ministerio sacerdotal en la comunidad que rigen los Padres Vicentinos en la Parroquia “Virgen María de los Remedios” de la Banda de Shilcayo (Tarapoto) perteneciente a la Prelatura de Moyobamba. Siempre ha destacado por la fidelidad en su vocación, su amor a Cristo, a la Iglesia, a los más pobres y su espíritu de sacrificio y entrega en sus tareas ministeriales.
El día mencionado, 23 de noviembre, el P. Alfonso Asencios, a causa de un derrumbe en la carretera, optó por regresar solo, caminando desde el poblado de Chazuta posiblemente en dirección al poblado de Santa Elena, equidistante a cuatro horas y media andando, aproximadamente. Nunca llegó a su destino y desde entonces se le busca decididamente pero no se ha logrado encontrarlo.
Personal civil, feligreses y amigos del P. Alfonso, y últimamente un contingente de militares y policías, se esfuerzan en la búsqueda. Mantenemos la esperanza de encontrarlo como Dios lo disponga. Las operaciones de búsqueda se organizan desde Chazuta y coordina el Párroco, P. Adolfo Salazar.
Agradecemos a todas las personas que colaboran en el arduo trabajo de la búsqueda y recuperación del P. Alfonso. Nos solidarizamos con el dolor que sienten sus familiares más directos y la comunidad de PP. Vicentinos y nos unimos en oración para que la esperanza, que ahora nos inunda, se haga realidad con su presencia entre nosotros.
En Cristo y San Vicente
P. Rubén Pedro Borda Montes, CM
Superior Provincia de los Padres Vicentinos
DNI. 07789955


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Circular Advento 2011- Superior Geral da Congregação da Missão

CONGREGAZIONE DELLA MISSIONE
CURIA GENERALIZIA
Via dei Capasso, 30
00164 Roma – Italia
 Advento 2011

A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” João 1,5
A todos os membros da Família vicentina,
Que a graça e a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo preencha os seus corações agora e para sempre!
A citação Bíblica acima, do Evangelho de São João, convém para começarmos nossa meditação do Tempo do Advento. Este período do ano é o momento onde muitos, no mundo, passam de longos dias ensolarados a dias mais curtos e mais escuros. O fim do ano se aproxima, e nos oferece uma pausa para refletir não somente o que se passou, mas também o que nos espera. A realidade desta mudança é palpável tanto no tempo que passa através dos dias do calendário, como também no que vivemos no mais profundo de nós, em nossos corações.
Acredito que esta é a razão pela qual a Igreja nos concede este tempo do Advento: este tempo de mudança lembra-nos a fidelidade do amor de Deus. Através da Encarnação de Jesus, Deus nos assegura sua constante presença em nosso mundo. Em Jesus, temos um Deus que nos acompanha sempre, tanto nos momentos de luz como nos momentos de trevas, tanto no centro de nossas vidas como em suas fronteiras incertas. No entanto, é frequentemente nas fronteiras, nos “limites externos” de nossa vida, que o Senhor se revela à nós.
As narrativas do Advento nos mostram vidas vividas nas fronteiras : a surpreendente anunciação feita à Maria para ser a mãe do Senhor ; a nobre luta de José para aceitar esta impressionante realidade ; o nascimento de Jesus na simplicidade de um estábulo ; a humilde homenagem dos pastores ; o desenraizamento repentino da Sagrada Família para escapar da cólera e das mãos de Herodes; todas estas narrativas do Advento nos mostram um Deus, que, centrado no amor trinitário, “aniquilou-se a si mesmo” (Fl 2, 7), tornando-se homem. Escolhendo viver nas fronteiras, Jesus nos faz entrar no Reino de Deus e nos aproxima paradoxalmente do coração do amor de Deus.
Como Superior geral, tenho o privilégio e a responsabilidade de visitar meus coirmãos Lazaristas, as Filhas da Caridade e os membros da Família Vicentina Internacional para propagar o carisma de São Vicente de Paulo. Ao fazer isso, ofereço o meu apoio e o meu encorajamento àquelas e àqueles que deixaram a segurança e a estabilidade de seu mundo para ir às fronteiras e aos limites exteriores servir os pobres. Estou edificado com muitos dos meus coirmãos, muitas Filhas da Caridade e membros da Família Vicentina que penetram corajosamente nos cantos escuros de nosso mundo para iluminá-los com a luz do Cristo. Permitam-me partilhar alguns exemplos da maneira como eles vivem seu caminho até o Advento de luz e de esperança.

A Medalha Milagrosa e sua Fiel Mensageira

domingo, 20 de novembro de 2011

Solenidade de Cristo Rei

A festa de Cristo Rei foi criada pelo papa Pio XI em 1925. Instituiu que fosse celebrada no último domingo de outubro. Agora, na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas. 
A criação desta festa tinha uma conotação política de grandiosidade. Quem, dos mais antigos, não foi da Cruzada Eucarística? Roupinha branca, fita amarela com cruz e dois traços azuis para os melhores. Qual era o comprimento? - Viva Cristo! – Rei! Este amor a Cristo Rei sustentou os cristãos na perseguição do México. Quantos mártires não entregaram a vida proclamando: Viva Cristo Rei! Quem sabe nos falte uma definição maior para o Reino de Cristo. 
A oração da missa assim reza: “Deus que dispusestes restaurar todas as coisas em vosso Filho Amado, Rei do Universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade vos glorifiquem eternamente”. Vejamos os termos: Rei do Universo, vossa majestade. Para este sentido endereça a primeira leitura: A glória do Filho do Homem - “Seu poder é poder eterno que não lhe será tirado e seu reino, um reino que não se dissolverá” (Dn l7,14). Cristo com sua morte e ressurreição foi feito o Senhor da Glória. Seu Reino não tem fim.

sábado, 19 de novembro de 2011

Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo!

O último domingo do ano litúrgico, o XXXIV  do Tempo Comum, nos traz de volta para a fonte e o ápice da nossa fé. Nós celebramos, na verdade, hoje, a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Toda a liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia, que são os dois momentos essenciais da Missa, fazem-nos espiritualmente desfrutar deste grande tema de relevância teológica e moral para todo crente.
E é o apóstolo Paulo a compreender os aspectos essenciais do tema no texto da Primeira Epístola aos Coríntios (1Cor 15,20-26.28), que podemos ler e meditar hoje: "Irmãos, Cristo ressuscitou dentre os mortos, as primícias dos que morreram, porque, se por meio de um homem a morte veio até nós, também por meio de um homem veio a ressurreição dos mortos, e, como todos morrem em Adão, assim todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo, as primícias, depois na sua vinda aqueles que são de Cristo. Então virá o fim, quando Ele entregar o reino a Deus Pai, depois de reduzir a nada toda autoridade e todo poder. Pois Ele deve reinar até que tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. E quando tudo tiver sido sujeito, Ele, o Filho, estará sujeito Àquele a que sujeitou todas as coisas, que Deus seja tudo em todos".
A recapitulação de todas as coisas em Cristo é a chave para o mistério da criação e da redenção do homem e da humanidade. Cristo é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim de tudo. Ele, que revelou o Pai e o Espírito Santo, é o mediador da única e eterna aliança entre Deus e a humanidade; é Ele o Redentor e Salvador, o Messias que veio e que devemos esperar novamente pela segunda e definitiva vinda à Terra para julgar os vivos e os mortos para a instauração do Reino definitivo e de sua realeza para sempre. O seu reinado no mundo já está se desenvolvendo na expectativa da realização plena. É a inicial fase da instauração do seu Reino, que, em sua plenitude, há de se manifestar no final da história. Um reino que é construído a cada dia através do trabalho daqueles que acreditam em Cristo e nos valores proclamados por Ele.