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terça-feira, 12 de junho de 2012

Santo Antônio de Pádua, presbítero (I.226) (Séc.XII)

A palavra é viva quando são as obras que falam

Quem está repleto do Espírito Santo fala várias línguas. As várias línguas são os vários testemunhos sobre Cristo, a saber: a humildade, a pobreza, a paciência e a obediência; falamos estas línguas quando os outros as vêem em nós mesmos. A palavra é viva quando são as obras que falam. Cessem, portanto, os discursos e falem as obras.
Estamos saturados de palavras, mas vazios de obras. Por este motivo o Senhor nos amaldiçoa, como amaldiçoou a figueira em que não encontrara frutos, mas apenas folhas. Diz São Gregório: “Há uma lei para o pregador: que faça o que prega”. Em vão pregará o conhecimento da lei quem destrói a doutrina por suas obras.
 Os apóstolos, entretanto, falavam conforme o Espírito Santo os inspirava (cf. At 2,4). Feliz de quem fala conforme o Espírito Santo lhe inspira e não conforme suas idéias! Pois há alguns que falam movidos pelo próprio espírito e, usando as palavras dos outros, apresentam-nas como suas, atribuindo-as a si mesmos. 
Destes e de outros semelhantes, diz o Senhor por meio do profeta Jeremias: Terão de se haver comigo os profetas que roubam um do outro as minhas palavras. Terão de se haver comigo os profetas, diz o Senhor, que usam suas línguas para proferir oráculos. Eis que terão de haver-se comigo os profetas que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, que os contam, e seduzem o meu povo com suas mentiras e seus enganos. Mas eu não os enviei, não lhes dei ordens, e não são de nenhuma utilidade para este povo – oráculo do Senhor (Jr 23,30-32). 
Falemos, portanto, conforme a linguagem que o Espírito Santo nos conceder; e peçamos-lhe humilde e devotamente que derrame sobre nós a sua graça, a fim de podermos celebrar o dia de Pentecostes com a perfeição dos cinco sentidos e na observância do decálogo. Que sejamos repletos de um profundo espírito de contrição e nos inflamemos com essas línguas de fogo que são os louvores divinos. Desse modo, ardentes e iluminados pelos esplendores da santidade, mereceremos ver o Deus Uno eTrino.

sábado, 9 de junho de 2012

Novo Conselho Nacional da Juventude Mariana Vicentina

Parabéns ao novo conselho Nacional
Que Deus os ilumine nesta nova missão....
Conte com nossas orações.
Fraternalmente,
PFCM

terça-feira, 5 de junho de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Experiência com a Mãe do Céu

Paris, 17 de maio de 2012.
Quando o mês de maio começa, o coração se alegra por celebrar com a Igreja 31 dias dedicados à Nossa Senhora!
“Maria de Nazaré, Maria me cativou.
Fez mais forte a minha fé e por filho me adotou.
Às vezes eu paro e fico a pensar e sem perceber, me vejo a rezar
E meu coração se põe a cantar pra Vigem de Nazaré.
Menina que Deus amou e escolheu pra Mãe de Jesus, o Filho de Deus.
Maria que o povo inteiro elegeu: Senhora e Mãe do Céu!”
Lembro quando eu era criança, das noites que em minha cidade a energia elétrica durava até 18h, hora da Ave-Maria, na rádio... Mamãe nos colocava, meus irmãos e eu, sentados na beirada da única cama que tínhamos em casa e nos ensinava a rezar a Ave-Maria!
Na antiga Capela da nossa Comunidade tinham duas imagens que pareciam vigiar o Sacrário e sua rósea chama: Nossa Senhora e Santa Clara. Cresci vendo meus pais nos levarem ao Círio de Nossa Senhora do Carmo e à grande Procissão da Festa da Padroeira de Parintins-AM, dia 16 de julho de cada ano. Sem falar das romarias do mês de maio de casa em casa, das novenas de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro todas as terças-feiras...
Agradeço imensamente ao Senhor que me permitiu nascer numa família que ama e confia na proteção de Nossa Senhora.
Quando entrei na Comunidade das Filhas da Caridade, me dei conta da grandiosidade do amor que a Virgem Maria tem pela humanidade, de modo especial por aqueles que recorrem a Ela, como Medianeira de todas as Graças. Nas Comunidades por onde passei sempre encontrei a devoção do povo simples e das Irmãs à esta Tão Boa Mãe, com seus diversos títulos: Virgem Poderosa, Auxiliadora, Aparecida, Nazaré... Mas a imagem que ficou fixada em minha mente foi aquela da antiga Capelinha, como descrevia a canção da catequese: “azul é teu manto, branco é teu véu, Mãezinha, eu quero te ver lá no céu”.
Hoje, quando me vejo no lugar onde o céu tocou a terra, e o grande número de peregrinos que passam todos os dias, sinto-me realmente agraciada pelas misericórdias de Deus. Foi aqui que Santa Catarina Labouré viu a Santíssima Maria, conversou com Ela e Dela recebeu a mensagem de fazer cunhar uma Medalha para que todos que a trouxessem com amor e devoção recebessem muitas graças.
E quando tudo parece difícil, além de nossas forças, basta olhar a frase no arco que circunda o altar da Capela: “Vinde ao pé deste altar, aqui as graças serão abundantes para todos!”
Confiemos em nossa Grande Mãe do Céu rezando sempre o nosso Terço, e façamos como Ela nos indica: nossa força está na Eucaristia, no Cristo Ressuscitado!

Irmã Anagilsa Sampaio Bentes,
Filha da Caridade.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Turma da Filosofia 2012

Seminaristas: Jonathan Igor, Alex Cesário, Guilherme Felipe, Edvaldo Cordeiro, Jefferson Castro e  Lenilton da Silva