No dia 6 de abril, antes da Celebração Eucarística, a Urna foi levada a um local apropriado, onde todos puderam ver, tocar, pedir e agradecer graças recebidas. Foi um momento de fé e de muita emoção, pois sentíamos as mais variadas manifestações da devoção do povo, confiante na intercessão da Beata Lindalva. A Celebração Eucarística teve inicio com a procissão das relíquias contidas na Urna, até junto do altar, onde seria celebrada a Missa campal, presidida pelo Arcebispo Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. A Arquidiocese de São Salvador da Bahia viveu um grande momento de fé e esperança. Estiveram presentes o Postulador das Causas de Canonização para a Família Vicentina, inclusive a de Ir. Lindalva Justo de Oliveira, Pe. Shijo Antony, C.M., que veio de Roma especialmente par este evento; Ir. Marlene Terezinha Rosa, Conselheira Geral, representando a Ir. Evelyne Franc, Superiora Geral da Companhia das Filhas da Caridade; Ir. Maria Ilza Ferreira, Visitadora da Província do Recife; todo Conselho Provincial; o Pe. José Moreira Ribeiro, Diretor Provincial; Visitadoras e representantes de todas as Províncias do Brasil, especialmente as Filhas da Caridade da Província do Recife. Estavam presentes também os familiares de nossa bem-aventurada Ir. Lindalva, caravanas da Cidade de Açu, sua terra natal; Caicó – RN, Pau dos Ferros – RN, Petrolina – PE e o povo da cidade de Salvador. Após a Celebração Eucarística a urna peregrinou pelas ruas da cidade de Salvador num carro de bombeiros, acompanhado de uma carreata que percorreu por quilômetros a cidade.
center
.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Traslado da Urna Relicária da Bem-aventurara Lindalva, FC
Bom Propósito na Congregação da Missão
O Coirmão, Segundo a nossa tradição, mostra, por meio do Bom Propósito,
sua vontade de dedicar-se, durante todo o tempo de sua vida, na Congregação, à
salvação dos pobres, segundo as Constituições e Estatutos’ CCEE 54, §2.
Ocorreu no dia 8 de maio
de 2014 a Celebração Eucarística presidida pelo Visitador Provincial, Rev. mo
Pe. Evaldo Carvalho dos Santos, CM às 18 hs na capela do Seminário São Vicente de
Paulo, a emissão do Bom Propósito de Artur Macena e Cristiano Paulo da Costa,
ainda estiveram presentes como testemunhas
deste momento de compromisso e maturidade vocacional, alguns coirmãos: Pe. Severino
Bezerra de Melo, Pe. Anderson Clay, Diácono Antonio Machado, Pe. Nonato
Cândido, Pe. Adriano Santos (Formador), ainda leigos das diversas paróquias,
representantes das benfeitoras e das Filhas da Caridade, afora os seminaristas
que compõe a comunidade formativa. Após a Eucarística ainda
teve um jantar para todos os presentes.
João Régis Araújo Teles
pelo Seminário São Vicente de Paulo .
quarta-feira, 12 de março de 2014
Festa de Santa Luisa de Marillac.15 de março
Luísa de Marillac, filha de Luís de Marillac, nasceu a 12 de agosto de 1591 e teve uma infância e uma adolescência marcadas por grande sofrimento. Seu pai estava viúvo desde 1588, quando falecera Maria Rosária, e ainda não tinha se casado com Antonieta Le Camus, também viúva e mãe de três filhos. Infelizmente, não se sabe o nome da mãe de Luísa, pois sua certidão de batismo desapareceu.
Luísa viveu sua infância em um convento de Irmãs Dominicanas, em Poissy. Este convento possuía uma espécie de pensionato, que oferecia uma boa formação religiosa. Luísa era inteligente e adquiriu uma cultura invejável: humanística, cristã e filosófica. Além disso, estudou latim, bíblia, pintura, música, literatura, etc.
Luís de Marillac morreu quando Luísa tinha apenas 12 anos. A morte do pai causou-lhe grande consternação, deixando-a com um sentimento de total abandono. Seu tio Miguel, que chegou a ser ministro da justiça, passou a ser seu tutor, permanecendo, porém, muito distante.
Logo depois, Luísa deixou, com pesar, o convento de Poissy, a famosa escola de então, e foi morar em Paris, num pensionato modesto, onde começou a aprender os trabalhos domésticos, como cozinhar, costurar, fazer limpeza. Lá, pela primeira vez, Luísa pôde realizar, depois das refinadas experiências em Poissy, uma experiência concreta de pobreza.
Ao conhecer as Irmãs Capuchinhas, que foram solenemente instaladas num convento em Paris, Luísa sentiu-se atraída por aquela vida de oração, trabalho manual e grande austeridade. Ia freqüentemente rezar na capela das religiosas e fez, entusiasmada, o voto de consagrar-se a Deus nesta vida de clausura rigorosa. Dirigindo-se ao seu tio Miguel para pedir-lhe autorização, a fim de entrar no Convento das Capuchinhas, teve como resposta uma recusa clara e firme: por ser de constituição fraca, ela não poderia suportar a austeridade da vida no claustro.
Como não lhe foi possível entrar para a vida religiosa, seu tio logo a encaminhou para o matrimônio. Como era costume no século XVII, com Luísa não foi diferente: Miguel de Marillac lhe arranjara um casamento de conveniência. O escolhido foi um jovem secretário da Rainha Maria de Médicis, Antônio Le Gras. Casando-se a 04 de fevereiro de 1613, Luísa encontrou finalmente o calor e a felicidade de uma família. E, com o nascimento de seu filho Miguel Antônio, a 18 de outubro de 1613, essa alegria se completou.
Sete anos após o casamento, Antônio Le Gras caiu doente. Esta situação provocou grande agonia na consciência de Luísa, pois passou a culpar-se pela doença do esposo, pensando ter sido causada por sua infidelidade à promessa feita a Deus de se consagrar como religiosa. Então, pensando que, para aplacar a justiça divina e finalmente recobrar a paz, deveria multiplicar as orações, fez o voto de viuvez, caso Deus chamasse a si o seu esposo.
No dia de Pentecostes de 1623, Luísa foi rezar na Igreja de São Nicolau des Champs e, sentindo-se profundamente iluminada, viu suas dúvidas e angústias se dissiparem. Ela mesma escreveu: "No dia de Pentecostes, ouvindo a Santa Missa ou fazendo oração na igreja, num instante, meu espírito foi iluminado em relação a estas dúvidas. Fui advertida de que deveria permanecer com meu marido e de que viria um tempo em que estaria em condições de fazer voto de pobreza, castidade e obediência e de que estaria numa pequena comunidade onde algumas outras fariam o mesmo. Entendi que isto seria num lugar dedicado ao serviço do próximo; porém não compreendia como seria, pois devia haver idas e vindas. Fui assegurada também que deveria permanecer em paz quanto ao meu diretor e que Deus me daria um outro que ele me fez ver então, segundo me parece, e eu senti repugnância em aceitá-lo; todavia, consenti, parecendo-me, entretanto, que não era o momento de fazer esta mudança.Minha terceira pena foi-me tirada pela certeza que senti em meu espírito de que era Deus quem me ensinava tudo o que disse acima e, posto que Deus existia, não devia duvidar do restante.
Luísa viveu sua infância em um convento de Irmãs Dominicanas, em Poissy. Este convento possuía uma espécie de pensionato, que oferecia uma boa formação religiosa. Luísa era inteligente e adquiriu uma cultura invejável: humanística, cristã e filosófica. Além disso, estudou latim, bíblia, pintura, música, literatura, etc.
Luís de Marillac morreu quando Luísa tinha apenas 12 anos. A morte do pai causou-lhe grande consternação, deixando-a com um sentimento de total abandono. Seu tio Miguel, que chegou a ser ministro da justiça, passou a ser seu tutor, permanecendo, porém, muito distante.
Logo depois, Luísa deixou, com pesar, o convento de Poissy, a famosa escola de então, e foi morar em Paris, num pensionato modesto, onde começou a aprender os trabalhos domésticos, como cozinhar, costurar, fazer limpeza. Lá, pela primeira vez, Luísa pôde realizar, depois das refinadas experiências em Poissy, uma experiência concreta de pobreza.
Ao conhecer as Irmãs Capuchinhas, que foram solenemente instaladas num convento em Paris, Luísa sentiu-se atraída por aquela vida de oração, trabalho manual e grande austeridade. Ia freqüentemente rezar na capela das religiosas e fez, entusiasmada, o voto de consagrar-se a Deus nesta vida de clausura rigorosa. Dirigindo-se ao seu tio Miguel para pedir-lhe autorização, a fim de entrar no Convento das Capuchinhas, teve como resposta uma recusa clara e firme: por ser de constituição fraca, ela não poderia suportar a austeridade da vida no claustro.
Como não lhe foi possível entrar para a vida religiosa, seu tio logo a encaminhou para o matrimônio. Como era costume no século XVII, com Luísa não foi diferente: Miguel de Marillac lhe arranjara um casamento de conveniência. O escolhido foi um jovem secretário da Rainha Maria de Médicis, Antônio Le Gras. Casando-se a 04 de fevereiro de 1613, Luísa encontrou finalmente o calor e a felicidade de uma família. E, com o nascimento de seu filho Miguel Antônio, a 18 de outubro de 1613, essa alegria se completou.
Sete anos após o casamento, Antônio Le Gras caiu doente. Esta situação provocou grande agonia na consciência de Luísa, pois passou a culpar-se pela doença do esposo, pensando ter sido causada por sua infidelidade à promessa feita a Deus de se consagrar como religiosa. Então, pensando que, para aplacar a justiça divina e finalmente recobrar a paz, deveria multiplicar as orações, fez o voto de viuvez, caso Deus chamasse a si o seu esposo.
No dia de Pentecostes de 1623, Luísa foi rezar na Igreja de São Nicolau des Champs e, sentindo-se profundamente iluminada, viu suas dúvidas e angústias se dissiparem. Ela mesma escreveu: "No dia de Pentecostes, ouvindo a Santa Missa ou fazendo oração na igreja, num instante, meu espírito foi iluminado em relação a estas dúvidas. Fui advertida de que deveria permanecer com meu marido e de que viria um tempo em que estaria em condições de fazer voto de pobreza, castidade e obediência e de que estaria numa pequena comunidade onde algumas outras fariam o mesmo. Entendi que isto seria num lugar dedicado ao serviço do próximo; porém não compreendia como seria, pois devia haver idas e vindas. Fui assegurada também que deveria permanecer em paz quanto ao meu diretor e que Deus me daria um outro que ele me fez ver então, segundo me parece, e eu senti repugnância em aceitá-lo; todavia, consenti, parecendo-me, entretanto, que não era o momento de fazer esta mudança.Minha terceira pena foi-me tirada pela certeza que senti em meu espírito de que era Deus quem me ensinava tudo o que disse acima e, posto que Deus existia, não devia duvidar do restante.
Campanha da Fraternidade 2014
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade
quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e
estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e
irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os
traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força
coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua
terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de
vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser
humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior
do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a
fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a
sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em
luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e
apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança
se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as
situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade
que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com
injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano,
representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é
pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas
do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com
enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos
traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são
explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.
(Fonte: CF 2014)
Assinar:
Postagens (Atom)



