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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Convite da Ordenação Diaconal dos Irmãos Gilvan e Marcelo


Amado irmão / Amada irmã,
A Província de Fortaleza da Congregação da Missão (Padres Lazaristas) e nossos familiares convidam você para a Celebração Eucarística na qual, pelo gesto da imposição das mãos de nosso coirmão D. Vicente Zico e a oração consecratória, seremos ordenados diáconos. Este dia de júbilo e gratidão ocorrerá em 26 de novembro de 2010, às 18h na matriz de S. Raimundo Nonato (Belém – PA).

Contamos com suas preces.

Gilvan Manuel da Silva Sousa, CM
Marcelo Pontes da Silva, CM


Contatos:
(91) 81480759
(91) 82264960
(91) 3244 5920 (Seminário)





Juventude Marial Vicentina

A JMV é a renovação da Associação das Filhas e Filhos de Maria, que tem sua origem nas Aparições da Virgem a Santa Catarina Labouré, em 1830, na Capela da Casa Mãe, em Paris.
No decorrer da história recebeu os seguintes nomes:
Filhas de Maria;
Associação Maria Imaculada;
Benjaminas da Virgem;
Movimento Marial Vicentino
Juventude Marial Vicentina


O Fato Histórico de 1830
A experiência bíblica sempre nos diz que Deus chama o homem e pede-lhe uma resposta; envia-o para cumprir uma missão. Recordemos Samuel, Jeremias, Maria...
Catarina Labouré sente o chamado no seu próprio povoado (Fain Lê Mounteirs – França) e dá sua resposta ingressando na Companhia das Filhas da Caridade na qualidade de postulante em 1829 em Paris e, em seguida, no Seminário da Casa Mãe em janeiro de 1830.
Conhecemos a missão que Deus lhe confia através de Maria em suas aparições.
O ano de 1830 é marcado por um fato que nos enche de júbilo poder recordar mais de um século e meio depois. Constitui o início de uma Associação Mariana.
Catarina Labouré diz ao seu diretor, Pe Aladel:
“A Virgem Santíssima deseja confiar uma missão a V. Reva,: será o seu fundador e diretor. Trata-se de uma Irmandade de Filhos e Filhas de Maria Imaculada...”
Outro pedido da Virgem é que seja cunhada a Medalha Milagrosa, que constitui o distintivo da Associação.

Conselho Nacional da Juventude Marial Vicentina.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Padre Rogério Madeiro, PFCM , denuncia assassinato de moradores de rua.

"Não bastasse a humilhação, a discriminação e o esquecimento, o morador de rua ainda tem de conviver com o medo de não amanhecer vivo". Isso é o que constata padre Rogério Madeiro, coordenador das pastorais sociais da Arquidiocese de Maceió, a respeito da atual situação de homens e mulheres que vivem nas ruas de Alagoas, estado do Nordeste brasileiro. Somente neste ano, 31 moradores de rua foram assassinados em todo o estado. Nesta semana, uma audiência pública na Câmara dos Vereadores discutirá o assunto.
De acordo com padre Madeiro, o caso mais recente aconteceu ontem (31) na capital alagoana. Agora, são 31 mortes nos dez primeiros meses do ano, 30 apenas em Maceió. Segundo ele, os crimes acontecem geralmente à noite e em locais onde há maior concentração de moradores de rua, como no Centro da cidade.
Apesar de a polícia suspeitar que os assassinatos sejam motivados por drogas e brigas entre os próprios moradores, o coordenador das pastorais sociais não descarta a possibilidade de "limpeza social". Segundo ele, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também não deixaram essa hipótese de lado. "Nunca tivemos tanto [assassinato] assim", desconfia.
Notícias dão conta de que um relatório da Polícia Civil de Alagoas sobre os casos foi entregue na semana passada para a Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, a qual pediu ao Ministério da Justiça o acompanhamento da Polícia Federal nos casos.
De acordo com o coordenador das pastorais sociais em Maceió, a Polícia Civil até já começou a investigar os casos, mas ainda não divulgou nenhum resultado. "Não chega a ninguém, [as investigações] não apontam ninguém", comenta.
Padre Madeiro lembra que tanto a Prefeitura quanto a Igreja possuem trabalhos sociais com os moradores de rua de Maceió, mas revela que não são suficientes para "suprir a carência" das cerca de 400 pessoas que moram nas ruas da capital alagoana.

Nota
A Igreja Católica também não ficou calada diante do elevado número de mortes. Na última quinta-feira (28), a Arquidiocese de Maceió divulgou uma nota pedindo a investigação dos casos e o respeito a essa parcela da sociedade. O documento, assinado por Dom Antônio Muniz Fernandes, Arcebispo Metropolitano de Maceió, destacou ainda a falta de resultado das investigações sobre os casos.
"A Igreja acompanha este longo e doloroso calvário de nossos irmãos e irmãs que vivem nas ruas. Inúmeras vezes, de forma pública e privada, dirigindo-se às autoridades sem obter resposta", afirmou, pedindo às autoridades que investiguem os fatos com seriedade a fim de que não fiquem impunes.
Da mesma forma, alertou católicos/as e demais setores da sociedade sobre os crimes cometidos contra os moradores de rua e pediu que todos "contribuam, com suas atitudes, a criar um clima de verdadeira fraternidade e de efetiva justiça".
Audiência Pública
Para discutir a situação dos moradores de rua na capital de Alagoas, a Câmara dos Vereadores de Maceió realizará, na próxima quinta-feira (4), uma audiência pública sobre o assunto. O debate está marcado para acontecer às 10h no Plenário da Câmara (Praça Marechal Deodoro da Fonseca, Centro - Maceió).

* Jornalista da Adital
Pastoral da Comunicação

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Intervenção do Papa Bento XVI na Solenidade de todos os santos

Queridos irmãos e irmãs:
A solenidade de Todos os Santos, que hoje celebramos, convida-nos a elevar o olhar ao Céu e a meditar sobre a plenitude da vida divina que nos espera. “Somos filhos de Deus, e o que seremos ainda não se manifestou” (1 Jo 3, 2): com essas palavras, o apóstolo João nos assegura a realidade de nossa futura relação com Deus, assim como a certeza de nosso destino futuro. Como filhos amados, por esse motivo, recebemos também a graça para suportar as provas desta exigência terrena, a fome e a sede de justiça, as incompreensões, as perseguições (Cf. Mt 5, 3-13), e ao mesmo tempo herdamos já desde agora o que se promete nas bem-aventuranças evangélicas, “nas quais resplandece a nova imagem do mundo e do homem que Jesus inaugura” (Bento XVI, Gesù di Nazaret, Milão 2007, 95). A santidade, imprimir Cristo em si mesmo, é o objetivo da vida do cristão. O beato Antonio Rosmini escreve: "O Verbo se havia impresso nas almas de seus discípulos com seu aspecto sensível... e com suas palavras... tinha dados aos seus esta graça... com a que a alma percebe imediatamente o Verbo” (Antropologia soprannaturale, Roma 1983, 265-266. E nós experimentamos com antecedência o dom da beleza da santidade cada vez que participamos da Liturgia eucarística, em comunhão com a “multidão imensa” dos bem-aventurados, que no Céu aclamam eternamente a salvação de Deus e do Cordeiro (Cf. Apocalipse 7, 9-10). "À vida dos Santos, não pertence somente a sua biografia terrena, mas também o seu viver e agir em Deus depois da morte. Nos Santos, torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, antes pelo contrário torna-se-lhes verdadeiramente vizinho (Deus caritas est, 42).
Consolados por esta comunhão da grande família dos santos, amanhã comemoraremos todos os fiéis defuntos. A liturgia de 2 de novembro e o piedoso exercício de visitar os cemitérios nos recordam que a morte cristã forma parte do caminho de assimilação a Deus e que desaparecerá quando Deus for tudo em todos. Se bem que a separação dos afetos terrenos é certamente dolorosa, não devemos ter medo dela, porque quando está acompanhada da oração de sufrágio da Igreja, não pode quebrar os profundos laços que nos unem em Cristo. Nesse sentido, São Gregório de Nisa afirmava: “Quem criou tudo com sabedoria, deu esta disposição dolorosa como instrumento de libertação do mal e possibilidade para participar nos bens esperados (De mortuis oratio, IX, 1, Leiden 1967, 68).
Queridos amigos, a eternidade não é “uma sucessão contínua de dias do calendário, mas algo parecido com o instante repleto de satisfação, onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade” (Spe Salvi, 12) do ser, da verdade, do amor. Encomendemos à Virgem Maria, guia segura para a santidade, nossa peregrinação para a pátria celestial, enquanto invocamos sua maternal intercessão pelo descanso eterno de todos os nossos irmãos e irmãs que dormiram na esperança da ressurreição.

Fonte: Zenit

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Conhecendo os futuros diaconos da Congregação da Missão

Gilvan Manuel da Silva Sousa nasceu na cidade de Teresina (PI) aos 24 de agosto de 1980, sendo o 11° filho do casal Manoel Anísio de Sousa e Antonia Rosa da Silva Sousa. Foi batizado no natal de 1983, na Matriz de NossaSenhora dos Remédios (Piripiri – PI). Ingressou na Congregação da Missão no dia 22 de fevereiro de 2002 (Fortaleza – CE). Cursou o Bacharelado em Filosofia (2003-2005) no ITEP (Instituto Teológico Pastoral do Ceará). Fez o seminário interno (Noviciado) no ano de 2006, em Petrópolis (RJ) e o Bacharelado em Teologia (2007-2010) no IRFP (Instituto Regional para Formação Presbiteral – CNBB N2), na cidade de Belém do Pará. Emitiu os votos perpétuos no dia 06 de agosto de 2010.


                                                                


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Marcelo Pontes da Silva nasceu na cidade de Vera Cruz (RN), aos 13 de maio de 1981, sendo o 8° filho do casal Antonio Pontes da Silva e Beatriz Ferreira Alves. Recebeu o batismo no dia 01 de novembro do mesmo ano na paróquia de Sant`Ana e S. Joaquim, em S. José de Mipibu (RN). Ingressou na Congregação da Missão no dia 22 de fevereiro de 2002 (Fortaleza - CE). Cursou o Bacharelado em Filosofia (2003-2005) no ITEP (Instituto Teológico Pastoral do Ceará). Fez o seminário interno (Noviciado) no ano de 2006, em Petrópolis (RJ) e o Bacharelado em Teologia (2007-2010) no IRFP (Instituto Regional para Formação Presbiteral – CNBB-N2), na cidade de Belém do Pará. Emitiu os votos perpétuos no dia 06 de agosto de 2010.








 





Comunidade em festa!!


11/11 - Pe.Severino
Paróquia da Imaculada Conceição
Belém/PA