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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
JMJ: Dom Eduardo destaca necessidade de viver a fé na comunidade
MADRI - Mais de 400 pessoas lotaram a Igreja São Domingos Sávio, em Madri, para a catequese dada pelo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro. A catequese foi na manhã desta quarta-feira, 17, segundo a programação da Jornada Mundial da Juventude, e reuniu jovens do Brasil, Portugal e Espanha.
Para ele, a fé precisa de condições favoráveis para se sustentar e apontou a Igreja como esse lugar. “A fé é adesão pessoal a Deus; é assentimento livre a tudo que Deus criou. Ela necessita indiscutivelmente de condições favoráveis e a Igreja é o espaço para alimentar a fé”, sublinhou.
Dom Eduardo denunciou o relativismo e o laicismo que ameaçam a fé. “Partimos da consciência de que vivemos num contexto de esquecimento de Deus. Há um laicismo difundido que quer eliminar deus da vida pública e privada”, acentuou.
Segundo dom Eduardo, o respeito à diversidade não elimina o reconhecimento de que a sociedade é religiosa. “A dimensão religiosa é natural no ser humano e não um detalhe que possa ser tirado”, disse. “Quanto menos ética cristã, mais fácil cair nos mecanismos que acabam com nossa liberdade”, acrescentou o bispo.
Dom Eduardo condenou o relativismo que “gera insegurança”. “O relativismo que se propaga é um mal que precisa ser banido com veemência”.
O bispo defendeu, ainda, o uso correto da ciência e criticou “alguns que se dizem cientistas e querem provar que Deus não existe”. “A ciência, enquanto organização da razão para a busca de qualidade da vida, é sagrada e a Igreja caminha com a ciência. A Igreja foi responsável pela organização e dinamismo de muitas das ciências, mas é contra a manipulação feita por alguns que se dizem cientistas”, disse.
Três jovens deram breve testemunho sobre como viver a fé nas suas dimensões pessoal, comunitária e social. Todos destacaram a importância da fé na vida das pessoas.
Antes da missa, o jovem Isaías de Souza, da comunidade Coração Novo, do Rio de Janeiro, deu seu testemunho, contando a história de sua participação na vida da Igreja. “A Igreja fala da vocação sacerdotal e religiosa, mas não fala da vocação missionária. Há 20 anos entreguei minha vida para a missão e hoje minha família aposta nisso”, disse Isaías, que é casado e tem uma filha de 11 meses.
Fonte:CNBB
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Festividade da Comunidade São Domingos de Gusmão-Maceió/AL
Padre Adriano, lazarista, da Paróquia Santa Isabel lançou para mês de agosto a seguinte pergunta tematica: Paróquia Santa Isabe qual é tua fisionomia vocacional? os Paineis vocacionais mostram a diversidade de ações que a paróquia realiza através dos grupos, movimentos e outras praticas pastorais.
Por: Jonathan e Alex, seminaristas Lazarísta
Por: Jonathan e Alex, seminaristas Lazarísta
domingo, 14 de agosto de 2011
Semana Nacional da Familia
Dos dias 14 a 20 de agosto, acontece em todo o Brasil, o evento promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Família, que é a tradicional “Semana Nacional da Família”.
Este evento, que acontece anualmente no mês de agosto, que é o Mês Vocacional, tem como tema, neste ano de 2011 “Família, Pessoa e Sociedade”.
Os organizadores já lançaram o subsídio de 2011, intitulado "Hora da Família", que pode ser adquirido pela Secretaria Nacional da Pastoral Familiar, em Brasília. Até hoje, mais de 220 mil exemplares do subsídio já foram editados, desde a vinda do papa João Paulo II ao Brasil, em 1994. A publicação, que completa 15 anos, traz sugestões de celebrações, Terça das Famílias e reflexões sobre o Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Catequista, Dia do Nascituro, e outros.
Segundo dom Petrini, a Semana Naciona da Família deve ser celebrada como uma festa. “Quando uma família cristã faz festa, celebra o dom da vida e o dom da fé que cada um recebeu, festeja o dom do amor entre marido e mulher, o dom da maternidade e da paternidade, o dom do sacramento do matrimônio e, portanto, o dom que é a presença de Jesus Cristo na convivência familiar”, destacou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, dom João Carlos Petrini.
O Pai
Deus é pai de todos. Pedir para que ele deserde ou castigue os outros, não é próprio de quem é seu filho. Por isso mesmo, todo tipo de guerra, ódio, vingança, rancor, desonestidade, discriminação, exclusão, desrespeito à vida e a dignidade do semelhante é querer um pai exclusivo para si. Ele nos enviou seu filho natural, ou seja, de sua natureza divina, para nos ensinar e realizar o elo de verdadeira fraternidade entre os humanos. Somente na vida de fraternidade entre nós é possível considerar Deus nosso pai. Jesus nos dá o direito de chamar e ter o pai dele como nosso. Até nos ensina a orar ao pai nosso. Não é simplesmente pai meu. Por isso, também através da oração nos comprometemos em viver a irmandade, superando a lesão ao bem do outro, mesmo sendo de outra mentalidade, religião, partido, ideologia, etnia, condição social...
O pai terreno só exerce boa paternidade quando se amolda aos ditames do Pai divino, obedecendo a ele com humildade e amor. Os filhos humanos, igualmente se realizam quando sabem amar e obedecer a seus pais, configurando-se ao Filho de Deus. Teríamos famílias verdadeiramente felizes, mesmo com as dificuldades próprias de quem vive com os limites da natureza humana. Assim como Deus Pai ama o Filho Divino e não o deixa subjugado para sempre aos limites da natureza humana, fazendo-o ressuscitar, Ele também ama os que se parecem com esse Filho no tentar imitá-lo com a doação de si em bem dos irmãos.
Se há um só Pai divino, os filhos humanos têm seu amor e são estimulados a viverem a humanidade com a marca do divino. A família humana que se preza como tal, fará tudo para ter o amor do Pai na prática de sua convivência. Na amplitude da família humana, precisamos fazer todo o esforço para minimizarmos os efeitos deletérios da maldade, da injustiça e desclassificação dos outros, principalmente os mais fragilizados. Numa família a lógica de atenção especial e principal leva todos ao cuidado mais diligente com quem está doente ou vive em necessidades especiais.
Precisamos fazer grande revisão na convivência social. Não é possível encontrarmos coerência por parte de quem diz aceitar a paternidade divina e nada fazer para que a vida no planeta, especialmente a humana, não seja tão espezinhada. Ações políticas precisam ser efetivadas para a melhora do atendimento às necessidades básicas de inúmeras pessoas vivendo em situação de exclusão social no mundo, no nosso país e em nossas comunidades urbanas e rurais. A consciência de cidadania nos deve levar a saber votar com inteligência e responsabilidade, para não elegermos pessoas que se aparentam boas, até cristãs, mas que são raposas que querem tomar conta do que é bem do povo para roubar e utilizar tudo em benefício de minorias inescrupulosas e desonestas. Se aceitassem realmente que o Pai divino é bom mas também justo, não dormiriam em paz enquanto não fizessem tudo para que seus irmãos mais fragilizados pudessem ser beneficiados com o dinheiro dos impostos para o atendimento de sua vida digna.
Elevamos nossos pedidos ao Pai divino em bem de todos os que são chamados de pais ou líderes terrenos. Assim serão felizes em atenderem realmente as necessidades dos filhos humanos para haver um verdadeiro convívio de irmandade e fraternidade entre todos.
Dom José Alberto Moura, CSS
Arcebispo Metropolitano de Montes Claros - MG
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