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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

CAMINHADA COM MARIA 2017

No dia 15 de agosto, festa da Assunção de Nossa Senhora, os fiéis da Arquidiocese de Fortaleza saíram as ruas para prestar sua veneração e amor a Mãe de Jesus e nossa. Foi um momento único também para os estudantes e o padre diretor, da casa de Formação Pe. José santana, que buscando caminhar com maria quer, com ela, cantar a Deus um canto de louvor pelo dom da vocação.
Que Nossa Senhora seja espelho para todos os vocacionados que desejam seguir as pegadas de Cristo Jesus. 



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

NOSSA SENHORA DAS DORES



Foi na homilia da missa matutina desta sexta-feira na Casa Santa Marta: “Contemplar a Mãe de Jesus, contemplar este sinal de contradição, porque Jesus é o vencedor, mas sobre a Cruz, sobre a Cruz. É uma contradição, não se compreende… É preciso fé para entender, pelo menos para se aproximar deste mistério”, disse Francisco.
Nossa Senhora das Dores, também chamada de Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário, Nossa Senhora do Monte Calvário, Mãe Soberana e Nossa Senhora do Pranto, invocada em latim como Beata Maria Virgo Perdolens ou Mater Dolorosa (sendo, sob essa designação, particularmente cultuada em Portugal), é uma forma pela qual é venerada Maria (mãe de Jesus).
Maria viveu toda a vida “com a alma traspassada”. Seguia Jesus e ouvia os comentários das pessoas, às vezes a favor, às vezes contra, mas sempre esteve atrás de seu Filho.
Ela é por isso “a primeira discípula” e tinha a inquietação que fazia nascer no seu coração este “sinal de contradição”, indicou o Papa.
No final Ela ficava ali em silêncio, sob a Cruz olhando o Filho. Talvez, ouvia comentários do tipo:  “Olha, aquela é a Mãe de um dos três delinquentes”. Mas Ela “mostrou o rosto pelo Filho”.
“Aquilo que digo agora -precisou o Papa- são pequenas palavras para ajudar a contemplar, em silêncio, este mistério. Naquele momento, Ela deu à luz a todos nós: deu à luz a Igreja. ‘Mulher’ – Lhe diz o Filho – ‘eis os teus filhos’. Não diz ‘mãe’: diz ‘mulher’. Mulher forte, corajosa; mulher que estava ali para dizer:
Asim assegurou o sucessor de Pedro, este trecho do Evangelho é mais para contemplar do que para refletir. “Que seja o Espírito Santo a dizer a cada um de nós aquilo de que precisamos”.
Fonte:https://pt.zenit.org/articles/papa-em-santa-marta-nossa-senhora-das-dores-contemplava-jesus-aos-pes-da-cruz/

FESTA DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

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O Papa alertou no dia da festa da Exaltação da Cruz, contra a tentação de conceber “um Cristo sem cruz que não é o Senhor: é um mestre, nada mais do que isso”. Outra tentação, é a cruz sem Cristo, ou seja, viver “sem esperança, numa de ‘masoquismo’ espiritual”. A homilia centrou-se no “mistério de amor” que representa a crucifixão de Jesus Cristo, algo que não é facilmente compreensível.
O Papa reconheceu que nem sempre é fácil entender a cruz. “Somente com a contemplação se vai avante neste mistério de amor”, e lembrou dos verbos que Jesus usa para explicá-lo a Nicodemos: subir e descer.
“Jesus desceu do Céu para levar todos nós a subir ao Céu”, disse, “este é o mistério da cruz”. O Papa indica que para explicar isto, São Paulo diz que Jesus “humilhou a si mesmo”, fazendo-se obediente até a morte de cruz.
“Esta é a descida de Jesus: até embaixo, à humilhação, esvaziou a si mesmo por amor. E por isso, Deus o exaltou e o fez subir. Somente se nós conseguirmos entender esta descida até o fim, podemos entender a salvação que nos oferece este mistério do amor.”
O Papa reconheceu que “não é fácil, porque sempre existem tentações para considerar uma metade e não a outra”.
Assim como a serpente encantou Eva e envenenou os israelitas no deserto, do mesmo modo foram encantados os Galatas “por uma ilusão de um Cristo sem cruz ou de uma cruz sem Cristo”.
“Um Cristo sem cruz que não é o Senhor: é um mestre, nada mais que isso”. Sim, Jesus que bom o mestre, mas….sem cruz, Jesus. Jesus Cristo apresentado, mas não crucificado. Outra tentação é a cruz sem Cristo, a angústia de permanecer lá embaixo, com o peso do pecado, sem esperança. É uma espécie de “masoquismo” espiritual. Somente a cruz, mas sem esperança, sem Cristo”.
O Papa convidou os presentes a refletir, ao longo do dia, se “o Cristo crucificado é mistério de amor” para eles: “Eu sigo Jesus sem cruz, um mestre espiritual que nos enche de consolação, de bons conselhos? Sigo a cruz sem Jesus, sempre a lamentar-me, com este ‘masoquismo’ do espírito?”.

O Sucessor de Pedro conclui com votos de que Deus conceda a graça de entrar neste mistério de amor “com o coração, com a mente, com o corpo”.

Fonte:https://pt.zenit.org/articles/papa-em-santa-marta-amor-da-cruz-nao-e-masoquismo-espiritual-13-setembro-2017/

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

OBJETOS USADOS POR SÃO VICENTE











FOTOS DA CELEBRAÇÃO DO JUBILEU












JUBILEU DE OURO DA PROVÍNCIA DE FORTALEZA

UM POUCO COMO TUDO COMEÇO:

No século XIX, rapazes holandeses que desejavam fazer parte da Congregação da Missão, tinham que ir à Paris capital da França, a fim de fazerem os estudos de filosofia e teologia, como também o noviciado (Seminário Interno). A sede da Congregação da Missão se encontrava em Paris e os superiores da Congregação enviaram os novos padres para todas as partes do mundo. O Padre Arnaldo Verchueren foi o primeiro lazarista holandês que chegou ao Brasil no ano de 1859.
A história de nossa Província de Fortaleza originou-se como uma “missão Ad Gentes” no fim do século XIX. Homens corajosos deixaram a sua terra natal e vieram, com muito entusiasmo, trabalhar com o clero diocesano, como também pregar missões na “Terra da Santa Cruz”.
O ano de 1927 é considerado oficialmente o começo da futura Província de Fortaleza da Congregação da Missão. A fundação da Vice-Província se deu no ano de 1939 quando o PE. GUILHERME VAESSEN foi nomeado o primeiro Vice-Visitador da Vice-Província de Fortaleza.
No ano de 1967, foi fundada a nova Província com o nome de PROVÍNCIA DE FORTALEZA DA CONGREGAÇÃO DA MISSÃO, tendo como primeiro Visitador o Pe. João Vicente van Ginneken.
A partir do fim da década de 70 começou a pensar seriamente em seminaristas próprios. Um primeiro grupo de seminaristas se encontrava em Fortaleza. Nesse trabalho inicial de ‘formação dos nossos’, entraram, de início, três coirmãos na PFCM, como trabalhadores na Messe do Senhor: o Pe. José Santana da Silva, o Pe. José Coutinho Favacho e o Pe. Pedro Gotardo Donatti (Pe. Pedrinho). Assim, a PFCM começou, desde a década de 80, a ganhar mais uma ‘cara brasileira’, tendo mais tarde, o seu primeiro Visitador brasileiro: o PADRE ALUÍZIO PEREIRA COSTA que completará em setembro desse ano, 90 anos de vida.
Deus continue abençoando nossa Provincia de Fortaleza enviando santa e boas vocações.