center
center

.

.

CASA DE RETIRO E ENCONTROS

CASA DE RETIRO E ENCONTROS
CONTATO: RUA SÃO VICENTE DE PAULO,300,ANTONIO BEZERRA - FORTALEZA/CE - TEL:(85)3235-6153

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Bem-aventurado Luís José François, Lazarista. (1751-1792)

Luís José François nasceu em Busigny, subúrbio de Cambrai (França), a 03 de fevereiro de 1751. Seus pais, José Francisco e Maria Ana Legrand, eram agricultores de fé profunda e grande piedade. Dos oito irmãos, Luís José e outros dois foram admitidos na Congregação da Missão, como candidatos ao presbiterato, e uma irmã, Maria Ana, admitida na Companhia das Filhas da Caridade.
O menino Luís José manifestou, desde cedo, grande aptidão e gosto pelo estudo e foi, por isso, enviado para o colégio dos Jesuítas, em Château Cambrésis. Aos 16 anos, concluiu os estudos clássicos e, depois de merecidas férias junto aos pais, foi procurar o Padre Bossu, diretor do Seminário Interno (Noviciado) da Congregação da Missão, em São Lázaro, na capital francesa. Nele, foi recebido a 04 de outubro de 1766. Feitos os votos a 04 de fevereiro de 1769, alegremente iniciou seus estudos filosóficos e teológicos, sendo ordenado padre em 1773.
As primícias de sua atividade presbiteral foram, durante oito anos, consagradas à formação do clero, em um dos cinqüenta e três Seminários Maiores dirigidos pelos Lazaristas, na França. Após esta rica experiência missionária, foi enviado ao Seminário Maior de Troyes, com apenas 32 anos, onde era muito estimado pelo bispo, não só por se desdobrar na formação dos seminaristas, como também por seus serviços prestados ao Clero. Depois de cinco anos, o Superior Geral o requisitou para ficar à frente da Secretaria Geral da Congregação, em Paris.
Lá vivendo, Padre Luís José era sempre convidado, vistas suas exímias qualidades de pregador, para as grandes solenidades da capital, como por ocasião do centenário da Casa Real de Saint-Cyr e do falecimento de Madame Luísa de França, filha do Rei Luis XV, em cuja cerimônia Padre François pronunciou a oração fúnebre. Além disso, dedicava-se, a pedido dos bispos, à direção de retiros para o Clero. E, em São Lázaro, orientava as Conferências das Terças-Feiras, muito freqüentadas pelo Clero parisiense quando era sua vez de falar.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Setembro, mês da Bíblia


Estamos em setembro, e no Brasil já é uma tradição que este mês seja lembrado como o “Mês da Bíblia”.  Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o mês da Bíblia, em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30.  São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar  a tradução  latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por São Jerônimo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa popular  e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias.
Ao celebrar o mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a  fundo a Palavra de Deus, a amá-la, cada vez mais, e a fazer dela, cada dia, uma leitura meditada e rezada.  É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-lo no mundo presente, tão necessitado de sua presença. “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo  é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247). A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar em relação a nossa salvação. Jesus é  o centro e o coração da Bíblia. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas  no Antigo Testamento para o Povo de Deus.
Ao lê-la, não devemos nos esquecer que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus. Todas  as palavras da Sagrada Escritura tem seu sentido definitivo Nele, porque é no mistério de sua morte  e ressurreição que o plano de Deus para a nossa salvação se cumpre plenamente.

Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida - SP


Fonte:CNBB

O Coração de Vicente de Paulo

Intinerário Espiritual Vicentino


Aniversariantes de Setembro

Vida:
07/09 - Pe.Aluizio
23/09 - Pe.Lino Roelofs
24/09 - Pe.Adauto
24/09 - Anderson Clay

Entrada da Congregação:
19/09 - Pe.Cristiano
19/09 - Pe.Lino
21/09 - Pe. Lino Roelofs
21/09 - Pe.João Pubben
22/09 - Pe.Hermano
27/09 - Pe.Jaime

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Bem-Aventurado Ghebra Michael (1791-1855) – Presbítero e Mártir

No ano de 1791, na aldeia de Diho, província de Godjam, na Abissínia (atual Etiópia), nasceu Ghebra Michael, cujo nome significava escravo de São Miguel. Desde a mais tenra idade, já se dedicava aos complicados estudos etíopes, o que lhe angariou grande capacidade intelectual e perspicácia para a reflexão e o debate. Quando jovem, no trabalho do campo, teve um dos olhos vazados em um acidente, o que acabou antecipando seu ingresso na vida monástica. Com apenas 19 anos, dirigiu-se ao mosteiro de Mortule-Mariam, ansioso para se dedicar totalmente à vida espiritual, na posse integral da ciência e da doutrina cristão-monofisita (que afirma uma única natureza em Jesus). Após seis anos de noviciado, recebeu a túnica e o barrete branco de professo solene, podendo escolher, dentro da Igreja Copta Monofisita, entre dois caminhos: a vida ascética ou a alta magistratura judiciária.
Tendo optado pela ascética, Ghebra descobriu que a vida dos monges não era o que ele esperava. Ao contrário, estava marcada por um grande relaxamento, pela prática legalista do que era prescrito, por um vazio interior e por disputas inúteis sobre a fé, sem preocupação alguma com a verdade.
Movido pelo desejo de renovação da vida religiosa, saiu em busca do livro Manual de Perfeição ou Livro dos Monges, cuja finalidade era adequar a vida ascética monofisita ao verdadeiro estado de perfeição buscado pela alma. Tal busca o levou a um encontro com a ciência, pela qual tinha muito apreço, em especial com a astronomia, sobre a qual chegou a escrever uma obra.